Atinge-se com este, o 100.º post do AVV. Com o material do nosso arquivo, pacientemente coligido ao longo de décadas, e a generosa e sempre bem-vinda colaboração de uma meia dúzia de amigos calipolenses, temos viajado ao longo deste último ano pelas coisas de Vila Viçosa, terra sem fundo no que diz respeito a história. E isso continuaremos a fazer, enquanto for possível. Um abraço para os patrícios que se interessam pela res calipolense, pois é sobretudo para eles que este blogue existe. E em dia de festa. seguem-se cinco posts de luxo.
Blogue de imagens e textos de e sobre a localidade de Vila Viçosa (Évora), Portugal - Coloque-nos nos seus FAVORITOS, para mais fácil acesso
quarta-feira, 22 de julho de 2020
terça-feira, 21 de julho de 2020
segunda-feira, 20 de julho de 2020
sábado, 18 de julho de 2020
[0086] Comemoração do 1.º aniversário do AVV (5) Um alferes atento aos patifes alentejanos da zona de Estremoz
Em 1821, o alferes José Jacob Soares estava bem atento aos patifes que cruzavam o Alentejo. Até prendeu o Chico Cruz que havia roubado uma égua e que foi despachado para Vila Viçosa mais o bicho.
[0085] Comemoração do 1.º aniversário do AVV (4) Foto antiga de Vila Viçosa
Uma foto antiga, da Praça da República, com configuração viária e arvoredo desaparecidos. Vê-se, embora mal, o malogrado Café Framar, na altura ainda no seu esplendor de café de categoria. A foto é de 3 de Maio de 1959.
[0083] Comemoração do 1.º aniversário do AVV (2) Cenário de visitantes deste 1.º ano, às 10 horas da manhã de hoje
Estes são os 10 países com mais visitantes do AVV, com Portugal a frente, como seria de esperar. Claro que há muitos outros, com menos visitas que as da Indonésia, o último dos 10. Estranho é a Suécia ser o 4.º país com mais visitantes, para não falar da Ucrânia. Já da Roménia percebemos as visitas, visto que em Cluj temos colegas que nos conhecem e com quem já desenvolvemos trabalhos de investigação. As oito visitas indonésias são outro mistério... talvez turistas que quiseram saber algo sobre Vila Viçosa e aqui vieram dar.
[0082] Comemoração do 1.º aniversário do AVV (1)
Um ano (a data oficial é a de 16 mas só hoje foi possível fazer esta comemoração) a divulgar pequenos tesouros de Vila Viçosa, com 90 posts e 12500 visitantes (no momento em que escrevemos), é qualquer coisa... Obviamente, como o AVV não diz mal de ninguém (e jamais dirá), a participação dos visitantes foi nula, com excepção de um que ofereceu um comentário. Mas isso é normal na maioria dos blogues, já que é noutros sítios sociais que os que gostam de sangue preferem travar as suas batalhas e destilar o seu veneno. Saudavelmente longe desse ambiente, por aqui continuaremos, sempre a divulgar as pequenas/grandes coisas da terra que nos viu nascer. Um abraço para todos os calipolenses, com votos de que continuem a vir ao AVV, mesmo que não digam nada.
sexta-feira, 17 de julho de 2020
quinta-feira, 16 de julho de 2020
quarta-feira, 15 de julho de 2020
domingo, 12 de julho de 2020
[0076] Praça de Toiros de Vila Viçosa, um grupo de forcados local, cerca dos primeiros anos 50 do século XX
Foto de arquivo particular, original em papel oferecido ao AVV. Um dos pegadores é muito conhecido; os outros menos, mas ainda assim decerto reconhecíveis por alguns dos nossos visitantes. Eles que se entretenham a observar e depois digam algo... Aqui no AVV, só conhecemos os nomes de dois dos garbosos artistas. Inserimos ainda em destaque um detalhe interessante da foto.
quinta-feira, 9 de julho de 2020
[0075] Uma falha e um erro, ambos joaninos...
Sim, a igreja de Santo António foi fundada por um João; e sim, também, era primeiro, embora de igual modo fosse sexto. Mas nestas coisas é necessário ter cuidado, sobretudo se se trata de sites para turistas... É que o dito João, se era primeiro, não era rei (nem nunca o foi), apenas duque. Era o 6.º duque de Bragança e faleceu em 1583.
No primeiro site, diz-se que a igreja de Santo António foi fundada por D. João I, sem se referir que se tratava do duque; no segundo site, a coisa piora e diz-se mesmo que ele era rei. Fica a nota de correcção.
No primeiro site, diz-se que a igreja de Santo António foi fundada por D. João I, sem se referir que se tratava do duque; no segundo site, a coisa piora e diz-se mesmo que ele era rei. Fica a nota de correcção.
quarta-feira, 8 de julho de 2020
[0074] Autorias descobertas de dois autocolantes alusivos ao Parque Industrial de Vila Viçosa
Agradecemos ao nosso amigo e patrício arquitecto Hélder Soeiro a simpatia e sobretudo o interesse que o fez desvendar (com a ajuda de Deonilde Silva, autora de um dos exemplares) as autorias destes dois autocolantes publicados inicialmente no post 0060 (ver AQUI). Ambos são de cerca de 1982. Fica assim dado o dono a seu dono e fica a saber-se mais sobre Vila Viçosa e as suas coisas.
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Autoria: Deonilde Silva |
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Autoria: Vicente Sardinha |
terça-feira, 7 de julho de 2020
[0073] Pancada! Pancada! (em 1925)
domingo, 5 de julho de 2020
[0072] José Abelha Godinho, um antigo comerciante de Vila Viçosa
O anúncio é do jornal "Callipole", de 2 de Janeiro de 1935
Os cigarros do sr. José
Abelha Godinho
Este texto faz parte de um livro em curso de escrita sobre temática calipolense de índole memorialística
Este texto faz parte de um livro em curso de escrita sobre temática calipolense de índole memorialística
A mercearia de José Abelha ficava
na esquina da rua Câmara Pestana[1], com entrada na face que dá para o lado da Misericórdia, onde depois existiu a loja do senhor Manuel
Inácio e hoje está uma óptica. Abelha já tivera estaminé semelhante, na Rua dos
Fidalgos[2],
onde vendia mercearias, louças e vidros, chá, café, artigos de papelaria e
tabacos. No da Avenida Duarte Pacheco (hoje de Bento de Jesus Caraça), continuou mais ou menos com o mesmo acervo. Mas o que
mais me interessava naquele espaço, então um tanto escuro, era o grande boião
de vidro com larga tampa de plástico onde ele guardava cigarros de chocolate
cobertos com uma prata que imitava os ditos na perfeição, com cinza na ponta e
tudo. Isto, aí por 1959/60… Do pouco que fumei na minha vida (uns macitos pelo
final da adolescência e algumas saborosas charutadas, apenas em ocasiões
especiais, essas mais tardias), foi esse o começo… Curiosamente, José Abelha é
vizinho próximo da campa dos meus pais, pelo que sempre que vou visitar o lugar
lhe dou um “Olá Sr. Abelha!” e recordo com saudade o homem e os seus cigarros
de chocolate.
[1]
Antiga das Vaqueiras, já do Dr. Câmara Pestana em 1913, pelo menos, pois possuo
documentação que indica que aí morava o meu bisavô materno.
[2] Hoje, do Dr. Couto Jardim. Como muitas outras artérias calipolenses, ainda gira
na voz do povo como o seu nome antigo: no caso “dos (ou de) Fidalgos”. No anúncio acima, não se apresenta nome do local da loja. Noutro, cuja imagem tenho em arquivo e cerca de dois anos anterior (sem data mas anterior a Maio de 1933), indicava-se o local, a Rua de Fidalgos.
sábado, 20 de junho de 2020
quarta-feira, 10 de junho de 2020
[0070] Desafio aos calipolenses: quem é esta figura, ligada à história artística de Vila Viçosa?
Não nasceu, não viveu nem morreu em Vila Viçosa (1880-1964) mas está ligado à história artística da terra, em algo pioneiro. Aqui o vemos, numa foto dos meados dos 30 e em pintura de 1961 (colecção particular, não é auto-retrato), com o seu "fato" de trabalho. Quem é?
domingo, 24 de maio de 2020
[0069] 29 anos depois...
Um livro de um dos mais notáveis estudiosos das coisas de Vila Viçosa - e do Alentejo, em geral. Manuel Inácio Pestana foi professor dos ensinos primário e universitário, bibliotecário do Paço Ducal de Vila Viçosa e membro fundador e primeiro director da Revista de Cultura Callipole (Câmara Municipal de Vila Viçosa). Os seus trabalhos historiográficos primam pela profunda seriedade e rigor com que foram desenvolvidos. Natural do Alandroal e com longa residência em Portalegre, é considerado filho adoptivo de Vila Viçosa, em cujo cemitério repousa.
[0068] Um bilhete de tourada de 1967 com o notável diestro da terra calipolense, José Trincheira
O bilhete está na posse de familiares do sr. Licínio Rosado Anão (ao que supomos, empresário desta corrida como o foi de muitas outras) que nos cederam a imagem hoje aqui mostrada. Licínio Anão teve loja de fazendas, camisaria, retrosaria, chapelaria e sapataria na Rua do Cambaia (ou do Dr. António José de Almeida). Foi também secretário das Juntas de Freguesia. Nos finais de 50, inícios da década de 60 do século XX, o seu telefone era o 80, isso sabemo-lo nós... Antes dele, os seus concorrentes Caeiro e Pompílio de Carvalho tinham posto respectivamente os telefones 22 e 75. Grandes tempos, de pouca gente a telefonar...
segunda-feira, 11 de maio de 2020
terça-feira, 21 de abril de 2020
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