A vila é-nos mostrada vendo-se a dita apontando-nos a porta de Estremoz da cerca medieval que orla a fortaleza artilheira renascentista, a igreja de N.ª Sr.ª da Conceição e outras costruções. Cá fora (obviamente), a vila extra-muros. Trata-se de uma imagem feita pelo marmorista e fotógrafo calipolense Bonfilho Faria (cerca dos anos 40 do século XX). O postal ilustrado foi executado na gráfica da Bertrand (Irmãos) Lda., por encomenda da Comissão de Iniciativa e Turismo de Vila Viçosa. Uma muito boa iniciativa!
segunda-feira, 10 de julho de 2023
sábado, 18 de setembro de 2021
[0171] Ainda Bonfilho Faria, num longo texto de nossa autoria sobre a participação de calipolenses na Grande Guerra, que há-de sair no próximo número da Revista de Cultura "Callipole" (ver post anterior)
BONFILHO AUGUSTO FARIA (47) – 1.º cabo de Infantaria 11 – solteiro – S. Bartolomeu
Pai – Bartolomeu Augusto Faria
Mãe – Maria da Purificação Banha (48)
Prisioneiro – 09.04.1918 / ? (49)
12.10.1917 – Punido com 8 dias de detenção (pelo comandante do Batalhão), alterando para 6 dias de prisão disciplinar (pelo comandante da Brigada), por se apresentar 30 minutos mais tarde à instrução da sua especialidade.
[0170] Monumento aos Mortos da Grande Guerra, Setúbal, fotografado em 15.9.2021
Única obra do género (conhecida) da autoria do canteiro-escultor Bonfilho Faria que por 1928 era director técnico da Sociedade de Mármores de Vila Viçosa, Lda., então com oficina no Campo da Restauração e escritório na Rua Miguel Bombarda ou Corredura (onde, por exemplo, também se situavam as lojas de José Francisco Santos (barbearia), Honório da Silva Nepomuceno (café) e de Manuel Fernandes Canhão (Mercearia Luzitania). Esta rua teria depois o nome de António de Oliveira Salazar e actualmente possui o de Florbela Espanca. O monumento foi inaugurado em 22 de Novembro de 1931, no mesmo dia do de Lisboa.




