Blogue de imagens e textos de e sobre a localidade de Vila Viçosa (Évora), Portugal - Coloque-nos nos seus FAVORITOS, para mais fácil acesso

sábado, 8 de janeiro de 2022

[0257] João Paulo II em Vila Viçosa, em 14 de Maio de 1982

Ou três em um: envelope com imagem papal, selo alusivo à visita de João Paulo II a Portugal e carimbo do dia, com timbre de Vila Viçosa, passado numa auto-caravana dos CTT que esteve na terra dos duques de Bragança no dia da presença do Pontífice.

[0256] Que o postal tenha ido de Miranda do Douro para São João da Madeira, não nos interessa nada. Mas que levava Vila Viçosa com ele, isso já é outra coisa...

 

[0255] Turistas em Vila Viçosa. Duas fotos, de 10 de Setembro de 1961

 


[0254] Pobre estrada de Borba que no entanto sempre tem tido gente a interceder por ela ao longo dos tempos, como José Maria da Silveira e Menezes, deputado pelo círculo de Borba, Estremoz e Vila Viçosa. O pedido é de 28 de Julho de 1858



[0253] Militares de Vila Viçosa mortos em combate na Guerra do Ultramar (ou Colonial)


Vila Viçosa perdeu 12 dos seus filhos, nos três teatros da Guerra do Ultramar. Destes, quatro faleceram em combate, sendo que os restantes morreram devido a acidentes ou doença. Passado mais de meio século sobre a primeira baixa, o tenente piloto-aviador Fernando Alpalhão (primo afastado do autor deste blogue e filho de um capitão do Exército que combateu em França durante a Grande Guerra e de sequelas da mesma morreu), ainda nenhum memorial recorda o seu sacrifíco na terra em que nasceram.

MORTOS EM COMBATE

Tenente FAP piloto-aviador Fernando Henrique Silva Alpalhão (VV–Conceição) – 13.03.1967, Angola

Soldado do Exército Francisco António Veríssimo Pinéu (S. Romão-Ciladas) – 20.07.1968, Guiné

Soldado Pára-quedista José António Serra Zita (Bencatel) – 26.06.1969, Angola

Soldado do Exército José António Beldroegas Matias (VV-S. Bartolomeu) – 11.09.1972, Moçambique

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

[0246] Loiça... dos Bragança

Por altura dos anos 40/50 do século XX, a Fundação da Casa de Bragança vendeu (desconhecemos se em leilão, se ao desbarato, a quem se mostrasse interessado) materiais de menor importância para as colecções mais apuradas com que pretendia organizar o seu acervo de porcelanas e faianças - excelente, como sabemos. Alguns desses materiais eram loiças menos valiosas (e muito numerosas, daí a necessidade de as descartar, para ganhar espaço), embora com o passar do tempo tenha adquirido valor que esse mesmo tempo quase sempre adiciona. Conhecemos em Vila Viçosa, vários lares onde um ou outro desses pratos ainda é exibido, em lugar de honra. Aqui mostramos dois exemplares dessa loiça, um prato e uma travessa, com o símbolo da Casa Ducal de Bragança, imagens também oferecidas pela Sandra Ribeiro e pelo Carlos Rosado (ver post anterior).


[0245] Palitos, de Lorvão para Bencatel (freguesia de Vila Viçosa)

A fábrica de palitos de Manuel da Conceição Simões (Palitos Invencíveis, da Fábrica "A Invencível") situava-se em Lorvão (concelho de Penacova, Coimbra). E os ditos eram vendidos para todo o país, com personalização de embalagem. A Sandra Ribeiro e o Carlos Rosado enviaram para o AVV imagens de um exemplar relativo à empresa Marques & Pereira, Lda., de Bencatel, freguesia de Vila Viçosa, que vendia tudo (ou quase): fazendas, mercearias, camisaria, chapelaria, quinquilharias, ferragens, drogas, vidros, tabacos e pólvora do Estado e era subagente do Gás Mobil e correspondente do Banco Pinto de Magalhães - esta última vertente da empresa, comparável por oposição com o recente encerramento da agência do Crédito Agrícola... 

Fomos investigar, como é da praxe, quando nos surge um petisco destes, e verificámos que o edifício da loja ainda existe e fica ali mesmo em frente ao actual Café Central. Encontrámos também outras embalagens personalizadas, uma feita para o Hotel Alentejo, de Elvas, e outra para a Cooperativa de Actividades Hoteleiras "Os Trabalhadores Unidos", de Beja. Tudo isto, por uma simples embalagem de palitos...





Casa da Rua Machado dos Santos, 5, Bencatel

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

[0244] Francisco Dória Nóbrega, mais um profissional liberal, com escritório na Corredoura (ver posts a partir do post 229)

[0243] Francisco Dias Ramos, homem do mármore trabalhado (ver posts a partir do post 229)

Figura muito conhecida na terra (entre os vivos e... os mortos que repousam no cemitério municipal, para os quais construiu vários "prédios de apartamentos") com negócio perfeitamente calipolense, de mármores.

[0242] Joaquim António Anão, mais um homem das madeiras (ver posts a partir do post 229)


[0241] O Espanca, pai da Espanca (ver posts a partir do post 229)

Trata-se do pai (oficialmente tardio...) da poetisa, claro, e o anúncio não fala das pinturas, da fotografia, etc., etc., etc.

[0240] O Canhão... da pensão (ver posts a partir do post 229)

Mais uma vez, poderemos estar enganados, mas temos ideia de que esta pensão se situava na Corredoura e que o senhor também tinha espingardaria.

[0239] Um advogado (ver posts a partir do post 229)

[0238] Quer pólvora? Vá ao Aldeagas... (ver posts a partir do post 229)

O Aldeagas até pólvora vendia... e fósforos, claro!...

[0237] A loja do António Branco (ver posts a partir do post 229)

Roupas e sapatos, mas também o tabaquinho e os fósforos para acendê-lo, era no estaminé do António Branco.

[0236] A histórica Farmácia Monte, que também vendia vinhos... Ora sai uma caixa de Aspirinas e um copo de três, ali para a mesa do canto... (ver posts a partir do post 229)

[0235] A Ourivesaria do Santos (ver posts a partir do post 229)

Casa afamada, de bom recheio, ainda existente (pelo menos até há pouco), no mesmo local.

[0234] António M. C. Simões (ver posts a partir do post 229)

Vinhos, cerais e azeites, eram o negócio de António M. C. Simões. Suspeitamos que se tratará do "Granja", que também teve famosos restaurante, taberna e pensão ao Rossio, mas podemos estar enganados.

[0233] O lagar de azeite do Boim (ver posts a partir do post 229)

Alfredo de Matos Boim tinha lagar de zeite próprio e fazia-o pelos processos mais modernos.

[0232] Barbeiro, vendedor de sabonetes e agente de "O Século" (ver posts a partir do post 229)

O João António Filipe, barbeiro, não só cortava barbas e cabelos, como vendia sabonetes e ainda era agente do matutino "O Século" em Vila Viçosa.

[0231] Filipe da Graça Paixão (ver posts a partir do post 229)

Antes do Hilário, outra grande casa calipolense de materiais de construção mas também vendia mercearias, vinhos e aguardentes. Ficava no Rossio.

[0230] Toscano & Carola, marcenaria e carpintaria (ver posts a partir do post 229)

Toscano & Carola, eram alguns dos homens das madeiras da terra, com oficina na Rua do Cambaia. Desaparecidos estes e o Penco, apanhar hoje um carpinteiro para uma obra em Vila Viçosa é quase um milagre.

[0229] Vila Viçosa comercial e industrial (anos 30 do século XX)

Recebemos hoje, através dos calipolenses Sandra Ribeiro e Carlos Rosado (aos quais agradecemos a lembrança) um anúncio dos anos 30 da empresa metalúrgica Manuel Joaquim Barradas & Filhos, em Bencatel. Assim, decidimos colocar ainda mais alguns anúncios desta época, de entidades comerciais e industriais de Vila Viçosa, patentes no "Álbum Alentejano", publicado por Pedro Muralha na primeira parte da década de 30 do século XX, em quatro volumes, correspondentes aos três distritos alentejanos (Portalegre, Évora e Beja). E repare-se na frase final, que mostra as legítimas preocupações patrióticas de Manuel Joaquim Barradas: "Preferir produtos nacionais é contribuir para o engrandecimento de Portugal".

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

[0228]


[0227] "O Semeador" - Escultor Francisco Franco (também autor da estátua equestre do Rei D. João IV, Vila Viçosa)

[0226] "O Zarco" - Escultor Francisco Franco (também autor da estátua equestre do Rei D. João IV, Vila Viçosa)

[0225] A palavra sábia de Nuno Portas: filme de 2013, mas ainda actual

[0224] Era Março de 1928 e o azeite mais barato do distrito de Évora era o de Vila Viçosa

[0223] Perigo na Farmácia Monte! E com navalha à vista, em 1925... Mas não foi este o pior crime do patifório Ciríaco (o que, a seu tempo e noutro local, desvendaremos)

[0222] Uma boa opção de vida. Pena, o anúncio ser de há 206 anos...