quarta-feira, 24 de novembro de 2021
terça-feira, 23 de novembro de 2021
[0212] Lançamento do n.º 27 da Revista de Cultura "Callipole", dia 5 de Dezembro de 2021
domingo, 21 de novembro de 2021
[0209] Quando a Câmara Municipal comprou um carro para transportar os bifes e as costeletas que os calipolenses comiam...
terça-feira, 9 de novembro de 2021
[0205] Mostrado no post 134, repetimos agora a publicação de um desdobrável (2018) com três textos até aí inéditos de Rui Caeiro e o seu autógrafo (ver post anterior, com outro autógrafo do autor)
[0204] Um amigo calipolense, que prefere o anonimato, enviou-nos esta imagem de um livro autografado e a si dedicado, pelo escritor Rui Caeiro
Trata-se de "Olhar o nada, ver Deus", obra publicada pela Averno, em Abril de 2003.
Um excerto, quase no final:
É fácil escrever um livro. É só guardar na boca uma palavra, tocar-lhe com a língua como se fosse um rebuçado. Ou repeti-la muitas vezes e esperar (repetir muitas vezes é capaz de ser um tanto pleonástico, mas um livro e um pleonasmo). Depois, o tempo. O tempo a passar-lhe por cima, como se fosse vento a passar. E por fim o livro: desdenhável, ridículo até - mas incontornável. E Deus não é chamado ao caso. Coitado, nem deu por nada.
terça-feira, 2 de novembro de 2021
[0203] A obra completa do advogado, editor e escritor calipolense Rui Caeiro
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
[0202] Mais um calipolense a ter em conta: o coronel de Artilharia, Jorge Manuel Piçarra Mourão
Recebemos hoje informação através de voz amiga (e familiar) calipolense, da existência deste natural de Vila Viçosa, nascido em Abril de 1942 e infelizmente já falecido (em data que desconhecemos, mas cujo falecimento descobrimos AQUI - clicar depois à esquerda, em "Os que já partiram"). Militar do Exército português, participou em várias comissões de serviço na Guiné e em Angola. Com uma brilhante folha de serviço, é autor de dois livros sobre a temática da guerra colonial e atingiu o posto de coronel.
A sua biografia pode ser consultada AQUI.
"Guiné, Sempre! (Testemunho de uma guerra)", Coimbra, Quarteto Editora, 2001, 174 páginas |
"Da Guiné a Angola (O fim do Império)", Coimbra, Quarteto Editora, 2004, 176 páginas |
domingo, 31 de outubro de 2021
sábado, 30 de outubro de 2021
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
[0194] Aquilo que se persiste em chamar "estátua", é de facto um "busto"
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
[0193] Erros persistentes, falhas que não desaparecem
Estas duas enganosas histórias têm sido repetidas e repetidas e repetidas!...
Raramente se conta que o castelo medieval de Vila Viçosa desapareceu, para dar lugar à fortaleza quinhentista que hoje lá vemos. O leitor não é informado de que o que resta do tempo medievo são as muralhas (a cerca, muito restaurada) e alguns adereços do castelo antigo implantados no novo e que aquele "castelo" não é do século XIII. Raios!...
Quanto à "estátua" de Florbela Espanca, há de facto uma mas não em Vila Viçosa e sim em Oeiras, de Francisco Simões, no Parque dos Poetas. E uma escultura abstracta, intitulada "Homenagem a Florbela Espanca", de Armando Martinez, no Parque Dr. Manuel Braga, em Coimbra (freguesia de Almedina). O que há ali em Vila Viçosa é… UM BUSTO! UM BUSTO! UM BUSTO! UM BUSTO! UM BUSTO! Da autoria de Raul Xavier. Chega? Safa!...
terça-feira, 26 de outubro de 2021
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
sábado, 16 de outubro de 2021
sábado, 9 de outubro de 2021
[0187] Pergunta difícil (ou nem tanto). Que local (hoje alterado) é este, de Vila Viçosa?
Os três artolas da imagem. Algum será ainda vivo? |