Apesar de termos feito pesquisa em jornal diário, não conseguimos saber quem eram as figuras desta corrida da feira de Agosto de 1958. Mas que o bilhete é bem bonito, disso não há dúvida. Mais um interessante contributo de Helder Anão para o AVV. E se a sombra valia 130$00 em 1958, o cartel deve ter tido alguma importância...
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quinta-feira, 29 de agosto de 2019
terça-feira, 27 de agosto de 2019
[0033] Uma camioneta e um grupo de homens, junto à igreja de N.ª Sr.ª da Lapa
Não se sabe o contexto em que esta fotografia foi feita. Um camião com um logótipo que não se percebe, um grupo de homens, uns mais bem vestidos, outros menos (veja-se as calças daquele que está sentado junto à cabina), talvez gente das pedreiras de mármore, talvez gente de ceifa ou apanha de azeitona, sabe-se lá se de alguma obra, eventualmente das que nos anos finais da década de 30 e iniciais da de 40 se desenvolveram em Vila Viçosa (derrube do quarteirão fronteiro ao castelo, abertura da avenida dos Duques de Bragança, pavimentação do Terreiro do Paço, montagem do pedestal da estátua de D. João IV, etc.). Há uma excepção, no entanto, neste desconhecimento quase total: o terceiro homem a contar da esquerda que vemos na fila dos sentados é o capitão Pereira que residiu naquela a que hoje ainda chamamos Rua da Guarda (Rua Martim Afonso de Sousa). Mais uma foto do arquivo do Helder Anão, a quem de novo se agradece a cedência.
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Clique na imagem para a poder ver melhor |
[0032] "Carnicerito" de Méjico, o dia fatídico, na praça de touros de Vila Viçosa
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Detalhe da foto |
Na foto, podemos ver "Carnicerito" envergando trajo de luzes escuro, sexta figura à direita no grupo de homens em primeiro plano do lado esquerdo. E, coisa mais ou menos rara, a praça calipolense aparentemente cheia...
sábado, 24 de agosto de 2019
sábado, 10 de agosto de 2019
[0029] Muitos nomes, a mesma realidade
Mosteiro ou Convento de Santo Agostinho ou dos Agostinhos / Igreja de Nossa Senhora da Graça / Seminário de São José / Convento dos Agostinhos / Convento de Santo Agostinho / Panteão dos Duques de Bragança / Seminário de São José e Igreja de Nossa Senhora da Graça da Ordem de Santo Agostinho (fotos de António Rosa e uma de Joaquim Saial)
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Foto 24.12.2006 (antes da recente limpeza e pintura) |
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
domingo, 4 de agosto de 2019
sábado, 3 de agosto de 2019
[0026] N.º 26 da revista de Cultura Callipole sai na Festa dos Capuchos
Eis o título e a página inicial (ainda sem número) de um dos artigos de extenso, muito variado e interessante rol da revista que está neste momento em fase de revisão de textos pelos autores.
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
[0024] Resposta à pergunta do post anterior
Nenhum, dos mais de 2000 visitantes deste blogue, respondeu à de facto espinhosa questão colocada no post anterior: o que tem o nosso muito (mas mesmo muito) estimado Padre Joaquim Espanca a ver com a Torre Eiffel? Ora, sem grandes preocupações de alongamento e profundidade (pois existe extensíssima literatura na e fora da Internet sobre a torre, sua génese e enquadramento), aqui vai a resposta:
De 1887 a 1889 construiu-se a Torre Eiffel, destinada a abertura da Exposição Universal de 1889. A vasta mostra desenrolou-se em edifícios vários e Portugal teve o seu pavilhão no Cais (Quai) de Orsay, junto ao Sena. Ali, para além de muitos outros produtos que não vêm agora ao caso, mostrava-se bom azeite português. E dentre ele, o de 58 (!!!) produtores de Vila Viçosa (di-lo o catálogo), entre os quais o elaborado pelo douto sacerdote que surge com um dos apelidos errado (Esperança, em vez de Espanca) mas que mesmo assim dá para o reconhecermos. Os restantes 57, também estão identificados, alguns de igual modo com gralhas no nome ou nos apelidos, muitos deles com família ainda conhecida na terra dos duques e... de ancestrais bons azeites... Aí está, como o sumo da azeitona calipolense (de um dos Espancas e de dezena de confrades seus) e o ferro da torre se relacionaram naquele longínquo ano de 1889...
De 1887 a 1889 construiu-se a Torre Eiffel, destinada a abertura da Exposição Universal de 1889. A vasta mostra desenrolou-se em edifícios vários e Portugal teve o seu pavilhão no Cais (Quai) de Orsay, junto ao Sena. Ali, para além de muitos outros produtos que não vêm agora ao caso, mostrava-se bom azeite português. E dentre ele, o de 58 (!!!) produtores de Vila Viçosa (di-lo o catálogo), entre os quais o elaborado pelo douto sacerdote que surge com um dos apelidos errado (Esperança, em vez de Espanca) mas que mesmo assim dá para o reconhecermos. Os restantes 57, também estão identificados, alguns de igual modo com gralhas no nome ou nos apelidos, muitos deles com família ainda conhecida na terra dos duques e... de ancestrais bons azeites... Aí está, como o sumo da azeitona calipolense (de um dos Espancas e de dezena de confrades seus) e o ferro da torre se relacionaram naquele longínquo ano de 1889...
segunda-feira, 29 de julho de 2019
sábado, 27 de julho de 2019
[0022] Uma tese sobre assunto calipolense
Trata-se de tese de elevado interesse para Vila Viçosa, defendida recentemente na Universidade Nova de Lisboa (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas) e orientada por um colaborador de longa data da revista de cultura Callipole, o Dr. David Cranmer.
Título: Os Responsórios das Matinas de Quinta-feira
Santa nos livros de Coro da Capela Real de Vila Viçosa
Autor: SARAIVA, Ana Sofia Silva
Orientador: CRANMER, David
Palavras-chave:
Critical edition
Polyphony
Analysis
Paço Ducal of Vila Viçosa
Tomás Luis de Victoria
Fernando de Almeida
Manuel Soares
Análise
Edição crítica
Polifonia
Data de Defesa: 23.Nov.2018
Resumo: O espólio do
arquivo musical do Paço Ducal de Vila Viçosa contém 20 volumes de polifonia
renascentista tanto de compositores portugueses como estrageiros, sendo estes
maioritariamente espanhóis. O presente estudo foca-se em dois conjuntos de
Responsórios das Matinas de Quinta-feira Santa que se encontram nos volumes VV.
A6/J12 e VV. A9/J15 dos compositores Tomás Luís de Victoria, Manuel Soares e
Fernando de Almeida. Foi realizada a edição crítica de todos os Responsórios e
Lamentações da autoria de Manuel Soares e de Fernando de Almeida, com o
objetivo não só de possibilitar a análise das suas peças, mas principalmente o
de contribuir para a divulgação do espólio de Vila Viçosa e permitir a
interpretação atual deste repertório em público. Partindo da comparação de
ambos os conjuntos musicais, foi realizada a análise de todas as obras com vista
a contribuir para a compreensão e identificação de características estílicas
pessoais de cada compositor.
Designação: Ciências
Musicais
Aparece nas colecções: FCSH: DCM - Dissertações de Mestrado
sexta-feira, 26 de julho de 2019
quarta-feira, 24 de julho de 2019
[0019] Sobre o Real Convento das Chagas de Cristo
Arquivo Nacional da Torre do Tombo
CONVENTO DAS CHAGAS DE VILA VIÇOSA
NÍVEL DE DESCRIÇÃO
Fundo
CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/CCVV
TIPO DE TÍTULO
Atribuído
DATAS DE PRODUÇÃO
1589 A data é certa a 1872 A data é certa
DIMENSÃO E SUPORTE
72 liv.; papel
HISTÓRIA ADMINISTRATIVA/BIOGRÁFICA/FAMILIAR
O Convento das Chagas de Vila Viçosa era feminino e pertenceu primeiro à Província da Piedade e depois à Província dos Algarves, da Ordem dos Frades Menores.
Em 1530, foi fundado, por bula de Clemente VII, com o título de Real Mosteiro das Chagas de Cristo, a pedido do Duque de Bragança D. Jaime, para panteão das duquesas e para morada de religiosas clarissas.
Em 1534, o papa Paulo III confirmou a bula anterior, e concedeu autorização para a fundação do Convento mais faustoso da vila, porque quase todas as professas provinham da melhor nobreza do Alentejo e do reino.
Foi sua primeira abadessa madre Soror Maria de São Tomé, freira professa da Conceição de Beja, irmã de Dona Joana de Mendonça, mulher de D. Jaime, duque de Bragança.
O convento tinha sido anteriormente ocupado por freiras agostinhas, que saíram para fundar o Convento de Santa Cruz de Vila Viçosa.
A instituição foi suportada com a anexação ao cenóbio das comendas de São Miguel de Baltar e Santo Estêvão da Chancelaria, com a sua igreja de São Bartolomeu da Margem.
Mas só depois de 1539, a comunidade se instalou.
No reinado de D. João V, foi remodelado o edifício.
Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo.
Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Em 1905, foi encerrado, por falecimento da última freira.
HISTÓRIA CUSTODIAL E ARQUIVÍSTICA
Em 1909, a 5 de Junho, a documentação do cartório do Convento das Chagas de Vila Viçosa foi incorporada no Arquivo da Torre do Tombo.
O Livro 4 "Livro de distribuição do Juízo da Provedoria da Comarca", datado de 1805-1834, foi retirado deste fundo, por não lhe pertencer.
A documentação foi sujeita a tratamento arquivístico, no final da década de 1990, empreendido por técnicos da Torre do Tombo e por investigadores externos. Foi abandonada a arrumação geográfica por nome das localidades onde se situavam os conventos ou mosteiros, para adoptar a agregação dos fundos por ordens religiosas. Desta intervenção resultou o facto de cada ordem religiosa passar a ser considerada como grupo de fundos, e simultaneamente como fundo, constituído a partir da documentação proveniente da casa-mãe ou provincial, alteração esta que provocou a alteração de cotas nos fundos intervencionados.
Neste caso, o livro 4 "Livro de distribuição do Juízo da Provedoria da Comarca", datado de 1805-1834, foi retirado deste fundo, por não lhe pertencer.
Foram constituídas séries documentais segundo o princípio da ordem original sempre que possível (com base em índices de cartórios quando existentes), correspondendo à tipologia formal dos actos, e que, na generalidade, é documentação que se apresenta em livro. A documentação que se encontra instalada em maços foi considerada como uma colecção ao nível da série, com a designação de 'Documentos vários', não tendo sido objecto de intervenção.
Este projecto deu origem à publicação da monografia designada 'Ordens monástico-conventuais: inventário', com a coordenação de José Mattoso e Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha.
ÂMBITO E CONTEÚDO
Contém o registo de actas das proposições que a abadessa fez à comunidade em virtude de uma denúncia, registo de dotes, de receita e despesa, de inventários da portaria, celeiro, rouparia, sacristia, refeitório e tesouro, índice dos livros do convento, entre outros.
Inclui o subfundo da Confraria das Almas.
Guia de Fundos Eclesiásticos; Ordem dos Frades Menores - Província dos Algarves; Feminino
SISTEMA DE ORGANIZAÇÃO
Organização em séries documentais correspondendo à tipologia formal dos actos.
INSTRUMENTOS DE PESQUISA
ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO - [Base de dados de descrição arquivística]. [Em linha]. Lisboa: ANTT, 2000- . Disponível no Sítio Web e na Sala de Referência da Torre do Tombo. Em actualização permanente.
INSTITUTO DOS ARQUIVOS NACIONAIS/TORRE DO TOMBO
"Ordens monástico-conventuais: inventário: Ordem de São Bento, Ordem do Carmo, Ordem dos Carmelitas Descalços, Ordem dos Frades Menores, Ordem da Conceição de Maria." Coord. José Mattoso, Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha. Lisboa: IAN/TT, 2002. XIX, 438 p. ISBN 972-8107-63-3. (L 615) p. 339-344
Inventário do cartório do Convento das Chagas de Vila Viçosa entregue no Arquivo da Torre do Tombo em 5 de Junho de 1909 (C 462).
UNIDADES DE DESCRIÇÃO RELACIONADAS
Portugal, Biblioteca Pública de Évora.
Portugal, Torre do Tombo, Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça mç. 659, n.º 5.
Portugal, Torre do Tombo, Ministério das Finanças, cx. 1912.
NOTAS DE PUBLICAÇÃO
"Ordens religiosas em Portugal: das origens a Trento: guia histórico". Dir. Bernardo de Vasconcelos e Sousa. Lisboa: Livros Horizonte, 2005. ISBN 972-24-1433-X. p. 333-334.
FONTES, João Inglês; SERRA, Joaquim Bastos; ANDRADE, Maria Filomena - Inventário dos fundos Monástico-conventuais da Biblioteca Pública de Évora. Lisboa, Évora: Edições Colibri, Universidade de Évora, CIDEHUS, 2010. ISBN 978-989-689-048-3. p. 157.
DATA DE CRIAÇÃO
5/4/2011
ÚLTIMA MODIFICAÇÃO
18/5/2018
segunda-feira, 22 de julho de 2019
[0018] Autocolante existente em Ephemera, Biblioteca e Arquivo de José Pacheco Pereira
O Centro Cultural Popular Bento Jesus Caraça esteve instalado durante alguns anos no Paço dos Bispos Deões, no Terreiro do Paço, ocupado após o 25 de Abril. Hoje, situa-se ali o riquíssimo Arquivo da Fundação da Casa de Bragança. Quem foi o autor deste autocolante?
domingo, 21 de julho de 2019
[0016] Falta de tabaco em Vila Viçosa... Isto é, se não fossem os soldados de Cavalaria 10 e os da GNR, ninguém fumava na terra...
No que concerne ao chefe fiscal João (...) não sabemos de familiares actualmente na vila (de onde, provavelmente nem era natural). Já do senhor José (...), conhecemos alguém com um dos seus apelidos que reside na freguesia de Bencatel. Daí (e porque o conteúdo da notícia é que interessa e não as pessoas nela faladas) que tenhamos aqui eliminado os apelidos e que o título do periódico não surja. De qualquer modo, podemos dizer que se trata de um jornal da segunda metade de 1919.
[0013] Casa da Rua Dr. Couto Jardim (antiga Rua de Fidalgos), 34
Trata-se de postal ilustrado de meados do século XX (sem indicação de autoria ou entidade editora mas com carimbo "Vila Viçosa") que mostra a casa de conhecida família local, hoje em parte adaptada a instalação hoteleira. Curiosa a colocação de vasos no passeio e no frontão do portal. No resto, não houve mudanças, excepto na campainha da porta e na apresentação do número de polícia.
quarta-feira, 17 de julho de 2019
[0011] Capa do n.º 1 da revista de cultura Callipole (1993)

Apresentava na ficha técnica como director o Dr. Francisco Chagas e como coordenador/secretário da Redacção o Dr. Manuel Inácio Pestana.
No Conselho de Redacção estavam os doutores João Tavares, Joaquim Saial, Joaquim Torrinha, Manuel Inácio Pestana e Olívio Caeiro.
Era e continuou a ser até hoje uma edição da Câmara Municipal de Vila Viçosa.
Este número inicial foi executado na Gráfica Artecor, Lda. e a maquete ficou a cargo de José Azeitona. Saíram 1500 exemplares.
AutorES
|
ColaboraçÕES
|
N.º pág.[1]
|
CAEIRO, Olívio
|
Vestígios do
Alentejo na poesia de Florbela Espanca
|
8
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CÂMARA, João de Sousa da
|
Raízes da
Restauração
|
10
|
CHAGAS, Francisco
(Vereador do Pelouro da Cultura da CMVV)
|
Texto institucional
|
1
|
ESPANCA, Túlio
|
José Francisco de
Abreu, mestre de pedraria do barroco alentejano
|
4
|
ESPIGA[2]
|
Monólogo de Maio de
1990
|
18
|
FALCÃO, José António
|
O arquitecto Manuel
da Costa Negreiros e a formação de uma sociedade para a construção da cadeia
de Vila Viçosa em 1739 – Considerações em torno de um documento quase
esquecido
|
14
|
HEINTZE, Beatrix
|
Vestígios de um
passado remoto: Fernão de Sousa em Vila Viçosa
|
13
|
LAVAJO, Joaquim Chorão
|
D. Jaime de
Bragança e a epopeia de Azamor
|
12
|
LIMPO, Luís Alfonso[3]
|
Nada es solo lo que es
|
1
|
NEVES, Orlando
|
Tríptico da seca
planície
|
2
|
OLIVEIRA, Jorge
|
Dois documentos
sobre a “Guerra de los Naranjos”
|
4
|
PESTANA, Manuel Inácio
|
A Carta
Constitucional de 1826, geradora de tensões sócio-políticas no Alto Alentejo. Análise de alguns documentos inéditos
|
25
|
PESTANA, Manuel Inácio
|
Primeira página
|
1
|
SAIAL, Joaquim
|
O teatro e o cinema
em Vila Viçosa. Breve visão, do século XVI à actualidade
|
4
|
SOUSA, Avelino de
|
O soldadinho de chumbo
|
2
|
TORRINHA, Joaquim Francisco Soeiro[4]
|
Evocação da vida
misteriosa de Públia Hortênsia de Castro
|
10
|
TRIBE, Tânia Costa
|
As artes como
imagem do mundo do azulejo do século XVIII
|
18
|
[1] Entende-se aqui por «número
de páginas» aquele que compreende páginas com texto ou imagens, mesmo que pouco
preenchidas. Quando em branco, não são consideradas.
[2] Trata-se do escultor e
pintor calipolense Espiga Pinto.
[3] Também aparece referido como
Luis Alfonso Limpo Piriz e Alfonso Limpo.
[4] Também assina como Joaquim
Torrinha.
[0010] Um jogo internacional de postais
Pelo que diz, a senhora encontrava-se "presentemente" em Vila Viçosa, donde talvez não "fosse" da terra. E o postal, escrito e enviado no âmbito de um "Jogo Internacional de Postais", lá seguiu da velha Rua de Fidalgos (assim mesmo, com o antigo nome da artéria) para o Dundo, Angola, mais propriamente para a famosa "Diamang" (Companhia de Diamantes de Angola). A má qualidade do carimbo e a falha de colocação de data pela remetente, só nos permite saber que o texto é de um longínquo 17 de Maio...
Embora no início se leia Exm.º Sr., no endereço está Exm.º Sr.ª e o nome (que eliminámos) é efectivamente feminino.
[0009] O brasão antigo de Vila Viçosa
Dito e exibido como brasão antigo de Vila Viçosa por Vilhena Barbosa em "As Cidades e Villas da Monarchia Portugueza que Teem Brasão de Armas", Vol. III de 1862 (entre as pp. 170 e 171), parece que o símbolo que aqui mostramos não o é. Isso mesmo consta de estudo inédito mas a sair em breve, de jovem historiadora calipolense. Aguardemos, com expectativa...
Veja-se ainda o brasão colocado num dos cunhais do edifício dos Paços do Concelho de Vila Viçosa, dos meados do século XVIII.
terça-feira, 16 de julho de 2019
[0006] Esquecimentos...
"Diário Popular", 14.9.1956, pág. 6
CARTAS AO DIRECTOR – ACERCA DE VILA VIÇOSA – Sr. Director – Lamento ter de fazer um pequeno reparo ao artigo publicado no seu jornal sob o título «Vila Viçosa». Devo desde já informar que sou calipolense e que para mim, como para qualquer outro natural desta linda vila é sempre grato ler elogios acerca da nossa terra natal. No entanto, esqueceu-se certamente o articulista de dois vultos bem conhecidos, um dos quais como artista lírica de alto valor: o dr. João Bento Caraça, individualidade de carácter esclarecido, e Florbela Espanca, poetisa de génio imortal.
Aparte estes dois nomes grandes, outras pequenas faltas notei. No entanto, foi-me simpático esse pequeno artigo, que bem maior podia ser, pois matéria-prima não falta àquela pequena-grande vila – Um calipolense agradecido. João Fernando de M. Teles.
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