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quarta-feira, 27 de outubro de 2021

[0193] Erros persistentes, falhas que não desaparecem

Estas duas enganosas histórias têm sido repetidas e repetidas e repetidas!... 

Raramente se conta que o castelo medieval de Vila Viçosa desapareceu, para dar lugar à fortaleza quinhentista que hoje lá vemos. O leitor não é informado de que o que resta do tempo medievo são as muralhas (a cerca, muito restaurada) e alguns adereços do castelo antigo implantados no novo e que aquele "castelo" não é do século XIII. Raios!...

Quanto à "estátua" de Florbela Espanca, há de facto uma mas não em Vila Viçosa e sim em Oeiras, de Francisco Simões, no Parque dos Poetas. E uma escultura abstracta, intitulada "Homenagem a Florbela Espanca", de Armando Martinez, no Parque Dr. Manuel Braga, em Coimbra (freguesia de Almedina). O que há ali em Vila Viçosa é… UM BUSTO! UM BUSTO! UM BUSTO! UM BUSTO! UM BUSTO! Da autoria de Raul Xavier. Chega? Safa!...


sábado, 9 de outubro de 2021

[0187] Pergunta difícil (ou nem tanto). Que local (hoje alterado) é este, de Vila Viçosa?















Concurso rapidamente ganho, por calipolense das artes (residente em VV). Ele que se acuse, se assim o desejar. E aqui vai a foto completa, que não requer legenda. Vem do Arquivo Municipal de Lisboa e é da autoria do fotógrafo Artur Pastor. Ainda a avenida era nova e as laranjeiras bebés...


Os três artolas da imagem. Algum será ainda vivo?

[0186] Memória de livros de um calipolense ilustre

terça-feira, 28 de setembro de 2021

[0184] Amanhã, baile no FRAMAR. Mas não se esqueça de levar o convite

O saudoso Café-Restaurante Framar deu cartas em Vila Viçosa e até hoje nenhum do género o conseguiu superar em qualidade e iniciativas, nomeadamente as da sua gerência inicial. Veja-se, a título de exemplo, este convite de um longínquo 29 de Setembro, em que a banda convidada vinha nada mais, nada menos que do lisboeta Hotel Ritz. Enfim, não sabemos como estão as finanças dos calipolenses, mas quem tiver 50$00 pode ir acompanhado de uma dama (ou a dama acompanhada de um cavalheiro) ao Baile de Outono do Framar, abrilhantado por "Jacinto e os seus Gaúchos". Podem reservar mesa pelo telefone... 95, junto do senhor Trindade Martins.

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

[0183] Resultado das eleições de "ontem" em Vila Viçosa

Este "ontem" é o "ontem" 17 de Novembro de 1922, dito no jornal "O Alentejo" (Évora) do dia seguinte, obviamente...

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

[0182] Uma caçada na tapada ducal que alto lá com ela!!!... Em Novembro de 1954

 

[0181] Março de 1957: que ladrão mais mal amanhado!...

Aqui está um patrício nosso que mais valia ter-se ficado pela profissão de marceneiro que pela de "amigo do alheio", em Lisboa. A campanha falhou redondamente e lá passou ele o Carnaval de 1957 atrás das grades... Se estiver vivo, terá cerca de 84 anos.


segunda-feira, 20 de setembro de 2021

[0179] 15 anos depois, a colocação da verdadeira oferta do Brasil a Vila Viçosa (ver post anterior)

"Diário Popular" de 27.Janeiro.1955, pág. 11 – UMA COROA DE LOUROS OFERECIDA A VILA VIÇOSA PELO GOVERNO BRASILEIRO (a notícia tem foto da estátua equestre de D. João IV)

Vila Viçosa, 27 – Realizou-se nesta localidade, junto da estátua de D. João IV, uma modesta mas significativa cerimónia – o descerramento de uma coroa de louros, em bronze, oferecida pelo Governo brasileiro a Vila Viçosa em 1940 e que só agora foi colocada na base daquele monumento.

Ao acto, a que presidiu o senhor embaixador do Brasil, o eminente poeta Olegário Mariano, acompanhado dos adidos militar e naval à mesma Embaixada, assistiram também o senhor governador civil substituto, e representantes das câmaras municipais dos concelhos vizinhos, bem como as mais altas individualidades locais, delegados de várias instituições e muito povo.

Usaram da palavra Olegário Mariano, que na sua breve mas eloquente alocução exortou as figuras de calipolenses do passado ligados à história da grande nação irmã, como Martim Afonso de Sousa, Salvador de Brito Pereira, Freire de Andrade e outros, e, por último, o sr. presidente da Câmara Municipal deste concelho, que agradeceu a homenagem prestada pelo Brasil e as elogiosas referências do seu ilustre representante diplomático.

Foto Joaquim Saial

NOTAS NOSSAS: 

Peça idêntica ou muito semelhante está aos pés da estátua de D. Afonso Henriques (esc. Soares dos Reis), em Guimarães.

O presidente da edilidade calipolense era nesta altura o Eng. Leopoldo Barreiros Portas (dirigiu a CMVV entre 1947 e 1958).

[0178] Quando se confunde uma parte com o todo, criam-se mitos que cavalgam montanhas. Fotograma de um filme existente na Internet (ver post seguinte)


[0177] De novo, "Viva 'O Calipolense'" e também o Bencatelense!!!

 


Resultados divulgados a 19.9.2021

domingo, 19 de setembro de 2021

[0176] Jornais preservados em arquivos de calipolenses

Uma amiga nossa enviou-nos algumas imagens de jornais alusivas a Vila Viçosa, uma das quais aqui publicada recentemente. Uma das outras é esta que aqui vemos, datada de 7 de Dezembro de 1943, véspera da inauguração do monumento a D. João IV, de Francisco Franco (escultura) e Pardal Monteiro (pedestal). Daremos a devida importância a esta inauguração, daqui a algum tempo, na sequência das imagens de jornais que temos vindo a divulgar. Fica agora a foto do exemplar guardado no arquivo da nossa amiga e a página completa (e seu seguimento) que tínhamos no nosso.


[0175] Países onde o "Arquivo de Vila Viçosa" é visto desde o seu início, em 16 de Julho de 2019. Com esse grande e inexplicável mistério do interesse da Suécia por coisas de Vila Viçosa


[0174] Era Agosto de 1971 e "O Calipolense" estava na luta pela Taça de Portugal, contra o "Seixal Futebol Clube"


sábado, 18 de setembro de 2021

[0173] Morreu hoje em Jarzé (zona de Angers, França) o professor José-Augusto França. Tinha 98 anos

Interessou-se por Henrique Pousão e por outras temáticas calipolenses, foi meu professor na licenciatura e depois no mestrado, tendo sido meu director de tese de mestrado. Trabalhei com ele, a seu convite, por ocasião da Lisboa Capital Europeia da Cultura 1994. Foi sempre de uma correcção extrema para comigo e muito com ele aprendi. Era um grande estudioso da arte portuguesa, mormente das dos séculos XIX e XX, em que era sem dúvida a maior sumidade. Os que com ele lidaram, colegas e discípulos, sabem que sim. É uma enormíssima perda para a cultura portuguesa. E mais não vale a pena dizer, pois a sua biografia e longa e significativa bibliografia são públicas e estão acessíveis.